Tu seras pour moi unique au monde. Je serai pour toi unique au monde…

Qu’est-ce que signifie « apprivoiser » ? (…) « Ma vie est monotone. (…) Si tu m’apprivoises, ma vie sera comme ensoleillée. Je connaîtrai un bruit de pas qui sera différent de tous les autres. Les autres pas me font rentrer sous terre. Le tien m’appellera hors du terrier, comme une musique. Et puis regarde ! Tu vois, là-bas, les champs de blé ? Je ne mange pas de pain. Le blé pour moi est inutile. Les champs de blé ne me rappellent rien. Et ça, c’est triste ! Mais tu as des cheveux couleur d’or. Alors ce sera merveilleux quand tu m’auras apprivoisé ! Le blé, qui est doré, me fera souvenir de toi. Et j’aimerais le bruit du vent dans le blé…»
[Antoine de Saint-Exupéry :: Le Petit Prince]
 
Quem sabe eu não sigo a carreira de miss?
Em todo o caso, aproveito pra estudar um pouco de francês.
E, ok, ok, confesso. Ser um pouco mulherzinha e docinha e dizer, pras pessoas que me são únicas no mundo, que elas me são únicas no mundo. Vocês são.

 

Posted: September 13, 2006 Comments Off

Ah c’mon, you know I can’t fly

And hey there, Mrs. lovely moon, you’re lonely and you’re blue
It’s kind of strange, the way you change
But then again, we all do too

[Devendra Banhardt :: Little Yellow Spider]
  
Eu ia escrever alguma coisa sobre alguma coisa, mas me deu sono. E sono é algo a ser respeitado. Só sei que tinha a ver com fazer um monte de coisas, falar com um monte de gente, em uma tarde, depois de semanas meio isolada. É cansativo. Dá ansiedade. E alivia. E, sei lá. Eu me dou conta de algumas dimensões de coisas: de como faço algumas me parecerem beeem maiores do que são na verdade, e o contrário também. Eu me iludo. E me acho tri esperta. Não agora, agora eu me acho meio tansa, pra ser sincera. Enfim. Eu me irrito. E fico tri feliz. Eu cuido. E não sei cuidar nem de mim. E eu já acho de novo que tá tudo ótimo, só porque tenho autorização pra dirigir. E toca uma música no rádio por coincidência, e soa como uma mensagem, mas no meu celular só diz “bateria fraca”. Eu tenho que ver as coisas de maneira objetiva. Re-fle-tir. Simples assim. E verbalizar meus sentimentos, não de forma histérica e desencontrada, mas centrada e moderadamente. Não o que fiz aqui agora, por certo. Porque hoje parece que passei pelos sete mundos e nem sei como nem porquê. Oh-oh. Matei saudades. Amei o que consegui fazer, o que vi, o que disse, o que me disseram – e também me bateu uma baixa, uma hora. E daí fico alegrinha porque alguém apareceu quando eu apareci, sendo que eu só apareci pra ver se alguém apareceria, e alguém apareceu só porque eu apareci. Mas sei lá. Tô chata. Ei, será que voltei definitivamente ao normal?

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